Primeiro-ministro inaugura fábrica de carbonato de cálcio avaliada em 5 milhões de dólares em Sokhna

A instalação de 9.260 metros quadrados está localizada dentro da área de desenvolvimento industrial operada pela Red Sea Copper Company.

O primeiro-ministro egípcio, Mostafa Madbouly, inaugurou a fábrica de carbonato de cálcio da White Stone Egypt Mining, avaliada em US$ 5 milhões, na Zona Industrial Integrada de Sokhna, integrada na Zona Económica do Canal de Suez (SCZONE), segundo comunicado oficial, segundo avançou o portal zawya.

A instalação, com 9.260 metros quadrados, situa-se na área de desenvolvimento industrial gerida pela Red Sea Copper Company. Com capacidade de produção anual de 120.000 toneladas, a fábrica deverá criar cerca de 100 postos de trabalho directos e 200 indirectos.

Segundo o presidente da White Stone Egypt Mining, a unidade produz e exporta carbonato de cálcio revestido e não revestido, destinado a indústrias como a de plásticos, tintas e materiais de construção, entre outras.

Madbouly sublinhou que as indústrias de apoio — responsáveis pelo fornecimento de insumos à produção — são fundamentais para reforçar a competitividade do sector manufactureiro egípcio. Segundo o primeiro-ministro, este tipo de indústria sustenta as cadeias de abastecimento, melhora a qualidade do produto final, reduz os custos de produção e contribui para responder à procura de sectores-chave da economia.

Madbouly acrescentou que a expansão destas actividades se enquadra nos planos do Egipto para consolidar uma base de produção integrada, capaz de competir nos mercados regionais e internacionais.

Por seu lado, o presidente da SCZONE, Moustafa Shaikhon, descreveu o projecto como um acréscimo estratégico à base industrial da zona, sublinhando que a sua produção estabelece ligações entre fabricantes de diversos sectores de actividade.

Shaikhon acrescentou que a SCZONE continua empenhada em atrair mais indústrias fornecedoras, com vista a reforçar a integração entre as actividades industriais, estabilizar as cadeias de abastecimento, aumentar a eficiência produtiva e melhorar a competitividade dos produtos fabricados na zona, tanto no mercado nacional como internacional.

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